Coloproctologista
em São Paulo

Médica Coloproctologista com atendimento Clínico e Cirúrgico. A ampla experiência e enorme prazer no que faz, permitem à Dra. Thais Takahashi conquistar altas taxas de sucesso nos procedimentos realizados. 

Quando Procurar um Coloproctologista?

A Coloproctologia se presta a tratar as doenças do cólon, reto e ânus. Por serem áreas delicadas, a procura por um profissional que cuida de doenças nesses locais gera certo constrangimento em grande parte dos pacientes. Devido a isso, os pacientes postergam a busca por tratamento. No entanto, uma abordagem pessoal e cuidadosa ameniza esse sentimento, dando lugar a uma conduta adequada para resolução dos problemas e retorno da qualidade de vida, muitas vezes prejudicada. Dentre os principais problemas tratados pelo médico proctologista, podemos citar:

Fissura Anal​

A fissura anal é uma ruptura linear do revestimento do ânus, que aparece como uma úlcera ou um corte na borda anal. Ela pode ser dividida entre aguda e crônica, conforme o tempo de evolução do problema. A principal causa dessa alteração é a ocorrência de trauma no ânus. Esse trauma, normalmente, é um problema secundário à passagem das fezes endurecidas. A fissura anal também pode estar associada a crises de diarreia, doença de Crohn e DSTs, bem como outras patologias. As fissuras causam grande transtorno aos pacientes, pois têm como sintoma central a dor durante a evacuação. Por vezes, a sensação é extremamente intensa, associada ao sangramento.​

Hemorroidas​

As hemorroidas são coxins de tecidos vasculares que se localizam no canal anal. Elas contêm músculo liso e tecido elástico conjuntivo, onde corre sangue arterial. Por isso, um dos principais sintomas da doença hemorroidária é o sangramento vermelho vivo, indolor. As principais causas que contribuem para o início dos sintomas incluem esforços prolongados, constipação, diarreia e gravidez. A tração repetida dos tecidos de sustentação da hemorroida causam a sua ruptura e consequente prolapso, por meio do canal anal. O tratamento deve ser direcionado diferencialmente para as hemorroidas internas e externas. Os cuidados médicos incluem desde medidas clínicas até tratamento cirúrgico mais ou menos invasivo.​

Fístula Anal​

A fístula anorretal é a presença de um trajeto, como um túnel, que comunica uma glândula na região interna do ânus com a região perianal, ou glútea, em geral. O diagnóstico é baseado na história de drenagem do abscesso, com subsequente saída crônica de secreção em orifício, na maioria dos casos. Pode ser confirmada por exames de imagem, principalmente nos casos complexos, com orifício externo longe da borda anal. Seu tratamento é cirúrgico e envolve a fistulotomia em dois tempos, com passagem de sedenho, ou em tempo único, a depender da quantidade de musculatura anal envolvida. Outros tratamentos devem ser escolhidos com cuidado por suas altas taxas de recidiva. O risco de incontinência fecal é baixo.

A abordagem inicial do tratamento envolve ajuste do hábito intestinal, pomadas tópicas e banhos de assento, além de acompanhamento médico para evitar recidivas recorrentes.​

Condiloma Anal​

Os condilomas anais são lesões perianais parecidas com verrugas, causadas pelo HPV (papilomavírus humano). A cauterização química é usualmente utilizada na Coloproctologia para o tratamento desse problema. Os subtipos virais 6 e 11 são os mais comuns de HPV de baixo risco, enquanto os subtipos 16 e 18 têm maior associação com displasia anal e câncer de canal anal. A transmissão se dá por contato sexual com indivíduos infectados pelo vírus, com ou sem lesões macroscópicas. A principal queixa é uma tumoração (que pode ser com prurido, secreção ou assintomática) na região perianal, evidenciadas na anuscopia.

O tratamento pode ser feito com pomadas, que fazem a cauterização química, ou cirurgia com eletrocauterização, a depender do tipo de lesão.

Prolapso Retal​

Prolapso retal é a exteriorização do reto pelo ânus, que se apresenta como uma parte do intestino avermelhada, assemelhando-se a uma tromba. Ao acometer mulheres, tende a fazê-lo em uma população mais velha. Ao acometer homens, tende a fazê-lo em uma população mais jovem. Isso ocorre porque, nas mulheres, o prolapso está relacionado a um enfraquecimento do assoalho pélvico, muitas vezes associado a múltiplos partos. Por isso, muitas vezes com incontinência fecal. Já os homens, em geral, apresentam longa história de constipação grave, com grandes esforços. Inúmeras abordagens de tratamento têm sido propostas, a depender da condição clínica do paciente e tamanho do prolapso. A cirurgia pode ser feita via perineal ou via abdominal, de preferência por videolaparoscopia (menos invasiva).​

Cisto Pilonidal​

Cisto pilonidal refere-se a uma cavidade próxima à divisão das nádegas, perto do cóccix, na qual, frequentemente, encontram-se pelos. Isso causa uma reação de corpo estranho. O termo "pilonidal" significa "ninho de pelos". Os homens são acometidos três vezes mais do que as mulheres. A alteração pode apresentar-se, inicialmente, como um abscesso, com dor, vermelhidão, aumento do volume local, com ou sem febre e secreção. Essa situação requer tratamento de urgência. É utilizada drenagem para que, posteriormente, se realize o tratamento definitivo do cisto. Via de regra, o tratamento é cirúrgico, com diferentes taxas de recidiva. Um dos pilares do tratamento é a tricotomia, até completa cicatrização da ferida.​

Incontinência Fecal ​

A incontinência fecal é a incapacidade de controlar a saída das fezes, causando perdas involuntárias, que causam grandes transtornos aos pacientes. Muitos sofrem isolamento dos amigos e familiares, com perda da autoestima. Em grande parte das vezes, isso afeta também o trabalho. A incontinência fecal pode ser parcial, com perdas de gases e/ou fezes líquidas, ou completa, com perda de fezes formadas. A sujidade, que mancha a roupa íntima, pode ser devido a outras doenças, como a fístula perianal, inflamações no reto ou grandes hemorroidas. As principais causas são o traumatismo perineal durante partos normais, cirurgias anorretais e sexo anal. O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico, a depender da gravidade.​

Pólipos Colônicos​​

O principal objetivo na detecção de pólipos, especialmente pela colonoscopia (quando já é feita sua retirada), é a prevenção do câncer de cólon, reduzindo sua incidência em 75-90%. Cerca de 25% das pessoas com 50 anos de idade têm adenomas, aumentando para 50% aos 75 anos. A maioria desses pólipos é assintomática, o que justifica seu rastreio. Existem pólipos hiperplásicos, adenomas, inflamatórios e hamartomas, sendo que os dois primeiros são a grande maioria. O pólipo adenomatoso tem uma chance cumulativa de câncer, em 5 anos, de 2,5%. Em 10 anos, de 8%. Cerca de 80% dos cânceres de cólon derivam deles. Após a retirada dos pólipos é imprescindível o acompanhamento do especialista para prevenir o câncer colorretal.

"Em geral, nove décimos da nossa felicidade baseiam-se exclusivamente na saúde. Com ela, tudo se transforma em fonte de prazer."

Arthur Schopenhauer

Principais Tratamentos

A colectomia, videolaparoscópica ou aberta, é o procedimento no qual se retira uma parte do intestino grosso. Em seguida, é realizada a reconstrução do trânsito intestinal (emenda entre os segmentos remanescentes). É realizada tanto para doenças benignas, como a doença diverticular, quanto para o câncer de cólon e reto. A cirurgia por vídeo exige treinamento especializado e é realizada com incisões de 5 a 10 mm, associada a uma incisão adicional maior para retirada da peça cirúrgica. Já é comprovado o benefício da cirurgia laparoscópica quanto a menor dor pós-operatória, recuperação cirúrgica, retorno das funções intestinais e tempo de internação, sem piora nos resultados oncológicos.

Nos casos mais simples de hemorroidas, temos opções menos invasivas, como a ligadura elástica que pode ser realizada ambulatorialmente, a escleroterapia ou a fotocoagulação infravermelha. Tipicamente, a ligadura elástica, que causa destruição e fixação da hemorroida, é a mais efetiva delas.

Nos casos mais avançados do problema, podem ser realizadas: cirurgia convencional, cirurgia a laser, grampeamento com suspensão das hemorroidas e a hemorroidectomia guiada por ultrassom. Sendo o segundo e o terceiro métodos com menor dor e recuperação mais rápida, porém, eventualmente, associados à necessidade de procedimentos adicionais e taxa ligeiramente maior de recidiva.

A colectomia videolaparoscópica é o procedimento no qual se retira uma parte do intestino grosso e reconstrói-se o trânsito intestinal, emendando os segmentos remanescentes. Quando realizada na porção final do cólon, se chama retossigmoidectomia. Essa é a cirurgia mais realizada por causa da maior incidência de doenças nessa região. Pode ser feita tanto para doenças benignas, como a doença diverticular e as diverticulites agudas, quanto para doenças malignas, como o câncer de cólon e reto. A consulta com um especialista é fundamental para se compreender com precisão todas as opções e para a escolha do método mais assertivo para cada caso.

O prolapso de reto pode ser corrigido por via abdominal ou perineal. A escolha da via de acesso depende, basicamente, da quantidade de reto exteriorizado pelo ânus, das doenças associadas do paciente, sua idade, preferência e experiência do cirurgião. Em geral, as cirurgias abdominais apresentam maior complexidade e menor taxa de recidiva. As cirurgias realizadas pelo períneo apresentam maiores taxas de recidiva e, na maioria dos casos, são feitas em pacientes com menores condições clínicas, por sua rapidez e baixa invasividade. Para se evitar recidivas é preciso um acompanhamento regular, evitar esforços excessivos, longos períodos no vaso sanitário e manter o bom funcionamento intestinal.​

A fissura anal ocorre, na maior parte dos casos, devido a traumatismos no canal anal que cortam a pele que recobre o ânus. Isso acontece por causa das fezes endurecidas ou calibrosas, diarreia recorrente ou sexo anal sem adequada lubrificação. Quando essa lesão acontece repetidamente, forma-se um tecido cicatricial que impede o adequado fechamento da ferida, além do músculo anal que torna-se reativo e hipertônico, prejudicando o suprimento sanguíneo para recuperação da fissura. A fissurectomia se presta a retirar esse tecido fibrosado para que forme um novo tecido capaz de fechar a ferida. A esfincteroplastia deve ser realizada naqueles pacientes que a manometria anal mostrar hipertonia.

As fístulas perianais apresentam diversas opções de tratamento, sendo que os mais efetivos e realizados são a fistulotomia em um ou dois tempos. Os demais procedimentos se prestam a casos específicos, com adequada e cuidadosa discussão com o paciente acerca dos resultados. A fistulotomia se presta a abrir o trajeto, ou túnel, que se forma da glândula anal inflamada até a borda anal, atravessando diferentes espessuras do músculo do ânus.
Esse último fator é que determina, principalmente, se a cirurgia deverá ser feita em um ou dois tempos. A cirurgia em dois tempos coloca um fio, chamado de seton, envolvendo o músculo, para que ele não seja cortado de uma vez, o que aumentaria as chances de incontinência.

Marque já uma consulta!​

As hemorroidas são um problema comum. Elas atingem cerca de 5% da população mundial. São mais de 380 milhões de pessoas que sofrem com este problema. O coloproctologista é o médico especialista em tratar este e outros problemas no reto e ânus. Marque a sua consulta e tenha mais qualidade de vida.

O que dizem os pacientes​

Formação e Experiência​

Dra. Thaís Yuka Takahashi

  • Graduação em Medicina, Universidade Estadual de Londrina (UEL), 2010;
  • Residência Médica em Cirurgia Geral, Universidade Estadual de Londrina (UEL), 2012;
  • Certificado de Laparoscopia Avançada Colorretal, IRCAD, 2012;
  • Residência Médica em Coloproctologia, Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, 2014;
  • Especialista em Doenças do Assoalho Pélvico, Simpósio Internacional de Doenças do Assoalho Pélvico, SINDAP, 2014;
  • Título de Especialista em Coloproctologia, Sociedade Brasileira de Coloproctologia, 2015;
  • Prêmio João Fava - Trabalho: "Análise dos Tumores de Reto T3N0 por Ressonância Magnética", Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, 2015;
  • Médica Assistente da Residência de Cirurgia Geral e Gastrocirurgia no Hospital Geral de Pirajussara, Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), SPDM, 2015.

Endereços

Clínica

  • Av. 11 de Junho, 1070 - cj 603
    Vila Clementino, São Paulo - SP

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